O Raio-X foi descoberto no final do século XIX (1.895) na Alemanha, pelo Prof. W. C. Roentgen. O ultrasom só viria a ser utilizado a partir de 1.975
Em 1.946 foram realizados os primeiros estudos da utilização do Iodo radioativo em pacientes com moléstias da tireóide nos EUA. O sucesso desses procedimentos se estabeleceu como o início de uma nova especialidade médica que passou a chamar-se, Medicina Nuclear.
As primeiras Cintilografias, como foram denominadas as imagens que mostravam a distribuição dos elementos radioativos (os radioisótopos) no corpo humano, detectados por equipamentos (as câmaras de cintilação), começaram a ser realizadas a partir dos anos 50.Nos anos 60 houve um sensível aperfeiçoamento desses equipamentos e nos anos 70, a informática passa a ser incorporada a esses equipamentos. Graças à revolução tecnológica digital, até os dias de hoje vemos uma crescente excelência de qualidade e sofisticação das imagens das Cintilografias.
Em 1.959, o casal Dr. T. Eston e Dra. V. Rapp, médicos formados pela Universidade de São Paulo, após especialização na América do Norte, fundaram o Centro de Medicina Nuclear de São Paulo, no Campus da Faculdade de Medicina da USP, que recebeu da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) a qualificação de “instituição modelo de ensino da Medicina Nuclear”.
Muitos endocrinologistas também se dedicaram ao estudo com os radioisótopos e contribuíram para o crescimento da especialidade, pois a tireóide era o principal órgão do corpo humano explorado pela medicina nuclear.
Dentre eles, Dr. Y. Kiy, que posteriormente fundou o Setor de Medicina Nuclear do Hospital de Clínicas da Unesp, em Botucatu-SP, onde me especializei no início dos anos 90 e desde 2.006, dedico-me exclusivamente à supervisão clínica desses novos e modernos Setor de Medicina Nuclear do Hospital São Francisco, na bela cidade de Americana.
Dr. João Linder
Especialista em Medicina Nuclear


